Rema, rema, reô
Rema, rema rea
Da pedra a água brotou
E o sertão virou mar
Rema rema reô
Da pedra a água brotou
E o sertão virou mar
Rema rema reô
Rema rema rea
Me acuda bom senhor
Que o mar vai me carregar
Trecho da música Pedra da batateira – Sol na Macambira
Conta a lenda que os Índios Cariris aprisionaram a Mãe d’água na forma de uma serpente embaixo da chapada do Araripe a fim de evitar sua destruiçao pelo homem branco e “civilizado” que chegara ao Vale do Encanto. E que haverá o dia em que a Mãe d’água se libertará e inundará toda a regiao do Cariri fazendo com que o “sertão vire mar’.
Me acuda bom senhor
Que o mar vai me carregar
Trecho da música Pedra da batateira – Sol na Macambira
Alem disso a situaçao de risco nao se restringe a nascente, acompanha o rio em todo seu percurso. Seja no represamento de suas aguas em grandes mansoes ou pequenas propriedades ou na cruel poluiçao. As aguas do rio recebem desde esgotos particulares a lixo como garafas de plastico e vidro, latinhas, papeis, embalagens de comidas, preservativos, pontas de cigarro, roupas, sandalias entre outros itens de dificil degradaçao ambiental. Até mesmo a “empresa” que colocou os canos na nascente deixou lixo no local como bisnagas de cola para canos, vassouras e sacolas. Para confirmar essa lamentavel situaçao basta fazer uma visita á nascente o rio, tambem conhecida como tanque dos malucos, e á famosa cascata do Crato.
Já que nao podemos fazer como os indios gostaria pelo menos que as entidades governamentais ou nao responsaveis pela saude e vida dessas aguas tomassem atitudes de proteçao real.
Valeu Jessika!
ResponderExcluirótima reportagem...
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